O Salão Abrasel 2026 coloca a alimentação fora do lar no centro das atenções. Entenda por que esse é o momento de a sua marca ocupar o PDV on-premise — e como a Clear viabiliza essa presença, copo a copo.
O setor que virou prioridade — e o evento que prova isso
Bares e restaurantes deixaram de ser coadjuvantes no consumo brasileiro. Hoje, a alimentação fora do lar é um dos motores da economia e um dos canais que mais cresce em volume e em valor — um universo que o Salão Abrasel 2026 coloca no centro do palco.
Promovido pela Abrasel, o evento acontece nos dias 15 e 16 de setembro, das 9h às 20h, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Bienal do Ibirapuera), em São Paulo, e está integrado à Semana da Alimentação Fora do Lar. No site oficial, salaoabrasel.com.br, o visitante encontra a programação, os expositores, o credenciamento e os ingressos — com entrada gratuita para associados Abrasel.
Mas o Salão tem um diferencial que importa muito para o trade marketing: ele não é uma feira tradicional. Foi desenhado a partir de quatro pilares — inspiração, interação, negócios e celebração — para reunir donos e gestores de bares, restaurantes, padarias e lanchonetes com fornecedores estratégicos da cadeia. Ou seja: as marcas ficam frente a frente com quem decide o que entra — ou não entra — no cardápio, na geladeira e no balcão.
Por que bar e restaurante é um PDV completamente diferente
Quem trata foodservice como se fosse supermercado perde dinheiro. No on-premise, a lógica de compra se inverte:
- O produto não vai para casa — ele é consumido ali. A venda termina dentro do estabelecimento, na mesa, no balcão.
- Existem dois públicos para conquistar. O estabelecimento (dono, gerente, bartender, garçom), que decide listar e puxar a marca; e o consumidor final, que está em momento de lazer.
- A decisão acontece em segundos e por estímulo. Não há comparação de rótulo, preço por litro ou leitura de embalagem. Há sugestão do garçom, produto gelado, preço legível no cardápio e prova na mesa.
- A recomendação do balcão é o maior ativo. Em bar, quem vende não é a gôndola: é quem atende.
Traduzindo: no foodservice, a marca não compete por preço — compete por presença física, gelo no copo e sugestão no momento certo.
As três ferramentas que fazem a marca vender dentro do bar
É aqui que o trade marketing deixa de ser exposição e passa a ser ativação. Três frentes, que funcionam melhor juntas do que isoladas:
1. Promotores — a força que treina o balcão
O promotor de foodservice não é o promotor de gôndola. Ele atua na listagem e na educação do estabelecimento: visita técnica ao dono e ao comprador, treinamento do garçom e do bartender para sugerir a marca, garantia de produto gelado no frigobar, presença no cardápio e estratégia de menu (que combo criar, que porção casa com a bebida). Ele também é o ponto de contato recorrente da marca com o bar — coleta feedback, monitora estoque do concorrente e antecipa reposição.
2. Blitz — a força que dá escala
A blitz é a ferramenta de cobertura rápida: em um dia ou uma semana, a equipe percorre dezenas de estabelecimentos de uma região, faz treinamento-relâmpago, deixa material e converte a primeira compra na hora. Funciona muito bem em dupla com o distribuidor — o vendedor garante o pedido, o promotor garante a execução — e em datas quentes (feriados, grandes eventos, copa), quando o bar mais precisa de motor de venda.
3. Sampling — a ferramenta que derruba a barreira
Em bar e restaurante, a degustação tem poder único: o consumidor está em ambiente de prazer, aberto a novidades, mas não quer errar o pedido. A prova resolve isso no ato — especialmente no happy hour (17h–20h) e nos fins de semana. Bem executada, permite maridagem (drink + petisco, cerveja + porção), aumenta o ticket médio, captura dados do consumidor e, em categorias novas (RTDs, destilados premium, drinks prontos), é o que cria o hábito de repetição.
Do Salão para o balcão: a Clear como parceira do setor de bares e restaurantes
Se o Salão Abrasel é o ponto de encontro do setor, a pergunta que fica para cada marca é direta: quem vai executar isso no dia a dia, dentro do bar?
É exatamente aí que a Clear entra.
- Promotores especializados em foodservice, treinados para falar a língua do dono do bar, do gerente e do balcão;
- Operações de blitz em circuito, para cobrir territórios e converter primeira compra com velocidade;
- Ações de sampling desenhadas para o horário, o público e o perfil de cada estabelecimento;
- Materiais de PDV adaptados ao on-premise — porta-copos, cards de mesa, adesivos de balcão, displays de frigobar;
- Gestão de execução e indicadores, para a marca saber exatamente o que o investimento está comprando.
No fim, é isso que transforma o estabelecimento em vendedor da sua marca, e não só em um ponto de exposição.
Medir para crescer: os números que sustentam o investimento
Trade marketing no foodservice precisa ser mensurável. Estes são os indicadores que fazem a conversa com a diretoria avançar:
- Nº de estabelecimentos visitados vs. taxa de conversão (listados ÷ visitados)
- Volume da primeira compra e taxa de repetição (sell-in)
- Consumidores que experimentaram vs. os que compraram (sell-out)
- Presença no cardápio e no frigobar e share de geladeira diante dos concorrentes
- Crescimento de venda nos estabelecimentos ativados vs. não ativados
O Salão Abrasel vai mostrar, em dois dias, para onde o setor está indo. Mas a decisão de compra acontece todos os dias, dentro dos bares e restaurantes de todo o Brasil — e quem não estiver presente no balcão, com produto, treinamento e ativação, vai ceder terreno para quem estiver.
A Clear está pronta para levar a sua marca até lá. Sua marca, no copo do consumidor certo.
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